Actividades

HOMEEnglish
Actividades

Exposição «Memórias Conventuais Franciscanas nos Açores do século XXI»

De 22-06-2017 a 30-09-2017


Patente ao público até 30 de Setembro | Museu Vivo do Franciscanismo



Esta exposição, realizada no espaço geográfico do arquipélago dos Açores, reúne um conjunto de fotografias originais, captadas por vários fotógrafos amadores e profissionais, tem como objetivo contribuir para um melhor conhecimento sobre a herança Franciscana, particularmente da Ordem dos Frades Menores (OFM,) nas ilhas açorianas no período que compreende os séculos XV a XIX. 

 

Nos Açores a dinâmica religiosa foi fundamental na construção de espaços, instituições, hábitos, afetos e devoções. No conjunto de influências católicas a presença de Ordens Religiosas, nomeadamente a OFM, foi registada desde os primórdios do povoamento insular e acompanhou as aventuras e desventuras dos primeiros núcleos de povoadores. 

 

Ao longo dos séculos XVI, XVII e XVIII os frades menores edificaram dezoito conventos franciscanos dispersos por todas as ilhas do arquipélago, com exceção da do Corvo. 

 

Perante a extinção das Ordens Religiosas masculinas, em 1834, e o correlativo processo de nacionalização dos seus bens, o património conventual foi sendo alvo de reutilizações diversas pelas tutelas seculares. No caso concreto açoriano os conventos masculinos foram adaptados a serviços públicos, de diversa índole, ao longo dos séculos XIX e XX sem nunca ter havido, na generalidade, a intenção de registar historicamente o legado franciscano que definia os múltiplos espaços entretanto laicizados.

 Ao longo dos séculos XVI, XVII e XVIII os frades menores edificaram dezoito conventos franciscanos dispersos por todas as ilhas do arquipélago, com exceção da do Corvo. 

 

Perante a extinção das Ordens Religiosas masculinas, em 1834, e o correlativo processo de nacionalização dos seus bens, o património conventual foi sendo alvo de reutilizações diversas pelas tutelas seculares. No caso concreto açoriano os conventos masculinos foram adaptados a serviços públicos, de diversa índole, ao longo dos séculos XIX e XX sem nunca ter havido, na generalidade, a intenção de registar historicamente o legado franciscano que definia os múltiplos espaços entretanto laicizados.



Fotografias de:

  • Acácio Amaral
  • António Araújo
  • Artur Morais
  • Jorge Cunha
  • Marina Laforge
  • Paulo Jorge
  • Paulo Lobão
  • Paulo Rafael da Silva

 

Comissário científico:

  • Duarte Nuno Chaves 

 

Organização:

  • Museu Vivo do Franciscanismo
  • Câmara Municipal da Ribeira Grande
  • CHAM – Centro de Humanidades

 

Colaboração:

  • Câmara Municipal de Vila do Porto
  • S.C.M de Ponta Delgada
  • Câmara Municipal de Lagoa – BM Tomaz Borba Vieira
  • S.C.M de Ribeira Grande
  • Junta de Freguesia dos Fenais d’Ajuda
  • Pousa da S. Francisco, Vila Franca do Campo
  • DRC/ Museu de Angra do Heroísmo
  • DRC/Museu das Flores
  • Câmara Municipal de Stª Cruz – Graciosa
  • S.C.M. das Velas, São Jorge
  • Câmara Municipal de Lajes do Pico
  • Pousada da Juventude, São Roque do Pico




Organização
- CHAM / FCSH/NOVA | UAc
- CMRG
- Museu Vivo Franciscanismo / CMRG




Ficha Técnica(.pdf)