
Censurar é silenciar, mas o quê, como e porquê? Nesta sessão iremos abordar o caso da censura por supressão parcial, partindo do princípio segundo o qual onde há texto, há contra-texto. O período indagado é longo, indo desde o Antigo império egípcio até aos impérios em fase de revitalização da nossa actualidade. O contra-texto produzido por este tipo de censura é, geralmente, um texto mutilado.
De que maneira é que esta função é assumida, que meios são utilizados? Para esta história material que, ao contrário da censura destrutiva, deixou inúmeros traços, iremos observar um grande leque de fenómenos atrás dos quais ficarão identificáveis várias constantes.
Coordenação
Adelino Cardoso (CHAM)
Nuno Miguel Proença (CHAM)
Organização
CHAM / NOVA FCSH
Seminário Permanente “Ciência e Cultura – Quebrar Fronteiras”