João Gonçalves Araújo


 

Investigador Integrado Não Doutorado  

 

Contacto

araujo.jng@gmail.com
 

Grupo de Investigação

Arqueologia Moderna e da Expansão Portuguesa
 

Áreas de Investigação

Arqueologia
História da expansão portuguesa

 

ORCID

0000-0002-1261-7564

 

Ciência ID

D41B-1E23-E522

 

João Nuno Gonçalves Araújo é licenciado e mestre em Arqueologia e pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É investigador no CHAM,  Universidade dos Açores, membro do grupo de ação local, na Região Autónoma dos Açores, no Projeto Margullar;membro da direção da associação HistóriaSábias: património cultural, artístico e arqueológico; sócio da AIECM3 (Association Internationale pour l’Etude des Céramiques Médiévales et Modernes en Méditerranée); e sócio do Instituto Cultural de Ponta Delgada. Participou enquanto estudante em escavações arqueológicas em Portugal Continental, abrangendo uma arco cronológico do Calcolítico à Antiguidade Tardia. Em 2014, já como mestre, realiza um estágio profissional no Museu Municipal de Palmela participando num acompanhamento arqueológico de obra no centro histórico de Palmela, em ações de manutenção de sítios arqueológicos no município, e em campanhas públicas de sensibilização e divulgação patrimonial no município de Palmela. Desde 2015 exerce atividade como arqueólogo na região autónoma dos Açores, realizando intervenções arqueológicas em várias ilhas do arquipélago. Destacam-se: Rua Frei Gonçalo Velho n.º 124-126, em Vila do Porto; Convento de Nossa Senhora da Esperança, Museu Carlos Machado – Núcleo de Santo André e Adro da Igreja de São Pedro, em Ponta Delgada; Hospital do Espírito Santo, na Praia da Vitória; Convento de Nossa Senhora da Conceição, em Angra do Heroísmo; e Adro da Igreja de Nossa Senhora das Angústias, na Horta. Além dessas, foi responsável por vários acompanhamentos de obra realizados na cidade de Ponta Delgada. Pontualmente também colabora em projetos de arqueologia subaquática, destacando as intervenções realizadas no porto do Topo (São Jorge) e no porto de Santa Cruz das Flores. Participa com alguma regularidade em encontros científicos de arqueologia e história, nacionais e internacionais, resultando em alguma obra publicada, sobretudo artigos em atas de encontros científicos e em algumas revistas da especialidade.

 


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