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José Francisco Ferreira Queiroz nasceu em Vila Nova de Gaia em 1973. Em 1994, licenciou-se em História (variante Arte), na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Na mesma faculdade, concluiu o Mestrado, em 1997, e o Doutoramento, em 2003, ambos em História da Arte. Entre 2009 e 2014 desenvolveu Pós-doutoramento financiado pela FCT, no CEPESE - Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade, onde passou a ser coordenador adjunto do grupo de investigação "Património, Cultura e Turismo", e isto até 2017. Nos anos seguintes continuou a ser investigador do CEPESE e membro da sua direcção.
Em 2011 fundou o Grupo "Saudade Perpétua", dedicado ao Romantismo em Portugal, sendo, desde 2022, o director da revista científica, "RomantHis". É ainda colaborador da Rede de Investigação em Azulejo (ARTIS – IHA/FLUL). Entre 2000 e 2015 foi docente da Escola Superior Artística do Porto, onde leccionou História da Arquitectura e Urbanismo, História do Urbanismo em Portugal, e alguns módulos sobre Reabilitação, no Mestrado Integrado em Arquitectura, tendo sido ali também Coordenador da Secção Autónoma de Teoria e História. Em 2018-2019 foi docente convidado da Universidade dos Açores, tendo leccionado História Urbana, e co-leccionado História da Arte em Portugal e História de Portugal e Património Construído, nas licenciaturas de História e Educação Básica.
Desde 1994 que Francisco Queiroz tem carreado investigação em diversas áreas, a título individual (com fins académicos e não só) e no âmbito de projectos de investigação mais alargados. Tem também actuado como consultor, a pedido de instituições e empresas, ou no seguimento de concursos públicos. Paralelamente, tem concebido e guiado visitas de autor e ministrado várias formações avançadas, algumas das quais pioneiras em Portugal. É ainda Perito de Escrita Manual.
Na História da Arte, Francisco Queiroz sempre teve o Romantismo como cronologia preferencial de pesquisa, sendo um reconhecido especialista sobre a arte tumular desse período e uma referência no estudo de outras formas de arte tipicamente românticas, como a azulejaria de fachada ou os ferros decorativos. Em termos temáticos, cruzando diversas cronologias, tem sobretudo pesquisado o Urbanismo, a Arquitectura (erudita e vernacular, urbana e rural) e as Artes Decorativas - nomeadamente as aplicadas a edifícios, como os estuques e a pintura mural, e ainda outras artes que se ligam à indústria ou à técnica, como a fundição de metais, as cantarias de ornato, a cerâmica de aplicação arquitectónica, ou a Fotografia. Francisco Queiroz tem também feito pesquisa sobre Genealogia, História da Família e História Local, sendo o fundador do projecto "Genealogia sem segredos" e co-autor do único manual disponível sobre o tema (o qual teve já duas edições). É ainda quem mais deu formação sobre Genealogia em Portugal.
Outro dos seus temas de investigação é a Reabilitação de Centros Históricos numa perspectiva integrada, incluindo a questão dos critérios de intervenção no Património edificado, e o impacto do Turismo.
É autor ou co-autor de mais de cem artigos científicos e de cerca de quarenta livros (em português, francês, espanhol, inglês, italiano e polaco).
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